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Nacionalismo Branco não é Anti-semitismo

1,112 words

English original here

“Nacionalismo branco” é um termo por muitas vezes abusado.

O principio que o define diz que os euro-americanos necessitam de um etno-estado próprio que previna sua destruição pelas forças anti-brancas que controlam os sistemas políticos e sociais dos Estados Unidos, e que tal etno-estado é a precondição necessária para a reafirmação do destino Europeu da América. Assim, isto não é uma aspiração para a supremacia racial ou a segregação, não é uma forma de ódio racial ou de engenharia social eugênica, mas sim um movimento de pensamento, aparentado ao nacionalismo histórico, que defende a “nação branca” do Novo Mundo.

De um modo semelhante, o nacionalismo branco possui uma importante faceta anti-Judaica pelo fato de a Judiaria Organizada ser uma poderosa (alguns dizem ser a mais poderosa) força que compele o presente assalto etnocida à América Européia.

Esta faceta anti-Judaica ou anti-semita, contudo, é somente um aspecto do nacionalismo branco. A luta – hoje através idéias e amanhã nas ruas, utilizando a força das armas por fim – para estabelecer um etno-estado Europeu na América do Norte implica, por definição, não somente na resistência às forças que ameaçam à vida branca, mas mais importante do que isto, na consciente afirmação e reivindicação do destino Europeu da América.

Como crítica da distorção cultural alienígena o anti-semitismo, então, pode ser uma parte necessária da luta “nacional” mais ampla – mas não é nem o objetivo desta luta, nem mesmo sua essência. Uma grande porção dos associados ao nacionalismo branco, contudo, não somente se fixam no “inimigo interno” excluindo tudo o que há demais, como também tendem a definir seu projeto em termos do “Semitismo” ao qual eles se opõem. O resultado, eu afirmo, é que isto distorce, ou coloca de lado o propósito maior do nacionalismo branco.

* * *

Se o anti-semitismo é o “anticorpo” natural que o organismo cultural da América produz para defender-se a si mesma, vendo logo em seguida o nacionalismo branco apenas nestes termos, é o mesmo que pensar que este é o oposto do “corpo” ao qual resiste. Isto torna o “Ariano” o negativo do Judeu, pois os anti-semitas assumem não somente certa simetria com seu inimigo Semita, eles inadvertidamente transformam o nacionalismo branco em uma espécie de Semitismo inverso.

Mais especificamente, um nacionalismo branco Judeocêntrico promove uma orientação estritamente nulificante na medida em que procura subjugar a supremacia Judaica não com base em algo positivo ou nativo, mas somente por seu impacto destrutivo – “parasitário” – na vida branca. Contudo, esta orientação negativa é suportável somente enquanto seus custos são ignorados, pois isto torna os brancos totalmente inconscientes dos motivos pelos quais eles estão lutando e, quando exagerado, fomenta patologias de outro tipo.

Uma crítica ao poder Judaico que sirva ao interesse dos brancos iria inevitavelmente além da negatividade para dar ênfase na informação dos valores transcendentais dos quais os interesses Judaicos (dentre outras forças conflitantes) ameaçam.

Contudo, o nacionalismo branco Judeocêntrico raramente atinge tais níveis e, assim como um dogma, provoca o esquecimento de todas as outras visões, o que termina por tirar o crédito da causa nacionalista.

Como tal, este dogma sabe a resposta para todas as questões mesmo antes de estas serem formuladas – pois cada falha e infortúnio que sofremos é automaticamente assumida como culpa do Onipotente Judeu. Não há necessidade, então, para laboriosos estudos de história, cultura, e análises político-sociais – apenas “nomeie o Judeu” e tudo se tornará explicável.

Assim sendo, deixa de perceber que o poder Judaico é ajudado, instigado e tornado possível pelos mesmos princípios que guiam a ordem liberal da América – que o poder Judaico envolve a cumplicidade “Ariana” e que esta cumplicidade, rotineiramente venerada na Baixa Igreja da América de culto a Mamon[1], enfatiza fatores quantificantes indiferentes não somente às qualidades do homem, mas aos “direitos” do sangue e do espírito.

Pior, um excessivo número de nacionalistas brancos Judeocêntricos tendem a compartilhar a mesma antipatia dos Judeus pela Europa (nossa Pátria) e consideram o materialismo, egoísmo e a corrupção democrática inerentes ao projeto liberal da América como algo unicamente Judaico e não como o rápido exame dos registros históricos mostram, uma ramificação orgânica do sistema liberal criado pelos Americanos de extrato Europeu e Cristão (especialmente Calvinistas).

Por esta razão, eu constantemente me pergunto se a obsessão pelos Judeus não causa certas distorções culturais nos que estão muito envolvidos com isto e que o nacionalismo branco destes obsessivos negligencia, como conseqüência, tudo o que é positivo e afirmador de vida em nosso próprio projeto – ingenuamente assumindo, como eles fazem, que a solução para o problema Judaico será a única coisa necessária para assegurar um futuro para as crianças brancas na América do Norte.

Totalmente alheio, assim, ao fato de que a baixa cultura Americana, latentemente anti-Européia, favorece os métodos e preocupações Judaicas; estes anti-semitas míopes preferem satisfazerem-se nos contos de fadas sobre o “Marxismo cultural” e o bixo-papão de Frankfurt – inconscientes ou desinteressados na subversão maior.

Conhecendo somente sua caricatura do inimigo interno, eles também ignoram o inimigo externo (o mundo de cor) e tratam-no como amigo, ou consideram-no meramente um adversário. O conflito de 1400 anos do Ocidente com o Islã e suas diversas relações conflituosas com o mundo não-branco são, desta forma, reduzidos meramente a maquinações Judaicas, sendo rejeitadas em efeito como um real perigo para o destino da Europa e para a Verdadeira América, nascida da Europa.

Este nacionalismo branco desbalanceado, todo-consumidor é, acima de tudo, politicamente tímido, enfatizando-se nas maquinações Judaicas, mas negligenciando as formas nas quais o próprio projeto Americano trai nosso destino Europeu. Assim, ignora convenientemente as mudanças revolucionárias que os brancos têm de fazer em si mesmos e em uma ordem maior, caso eles queiram algum dia atirar para fora o alienígena, as forças anti-brancas que governam os Estados Unidos como forma de retomar seu destino Europeu. Neste sentido, o nacionalismo branco Judeocêntrico é somente outra variante do conservadorismo de country-club prevalecente.

Em suma, um nacionalismo obcecado pelos Judeus:

  • É puramente negativo e um fator potencial de distorção;
  • Fomenta um maniqueísmo que negligencia todo outro fator responsável pela desapropriação branca;
  • Ignora que a cultura da crítica e outros estratagemas anti-brancos são inerentes à moderna ordem liberal da América;
  • Negligencia o inimigo externo;
  • Ameaça transformar o nacionalismo branco em um Semitismo ao contrário;
  • E, em última instância, não possui idéia alguma do motivo pelo qual os nacionalistas brancos lutam.

 Note

1. N.do.T – Mamon é um termo derivado da Bíblia utilizado para descrever a riqueza material ou a cobiça na maior parte das vezes. Porém, algumas vezes é personificado como uma divindade. A própria palavra é uma transliteração da palavra hebraica “Mamom” (מָמוֹן), que significa literalmente “dinheiro”.

Source: http://legio-victrix.blogspot.com/2011/10/nacionalismo-branco-nao-e-anti.html

 

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