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A Alta Cultura do Super-Homem:
Futuro do Ocidente

Posted By Ted Sallis On February 29, 2012 @ 7:02 pm In North American New Right | Comments Disabled

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English original here [2]

Pode o Ocidente e seus povos serem salvos? E o que será preciso para isso – particularmente se nós estamos preocupados com uma solução a longo prazo ao invés de um mero “quebra-molas”? Pode uma nova Alta Cultura do Ocidente emergir para garantir a existência dos povos do Ocidente por um longo tempo? Que características deve tal nova cultura possuir?

Eu assumo que o leitor seja familiar com o modelo civilizacional de Oswald Spengler, um modelo essencialmente adotado por Francis Parker Yockey em suas várias obras sobre o Ocidente e suas possibilidades futuras. Com uma Primavera, Verão, Outono e Inverno de uma Alta Cultura, “Inverno” é a fase da futura destruição. É claro, ao menos para mim (e parece que Michael O’Meara concorda com essa avaliação), que nós estamos no “Inverno” de nossa atual Alta Cultura Ocidental (i.e., “Faustiana”). E, imersa dentro dessa decadência, desprovidos de um princípio organizado que garanta uma estrutura espiritual para sua existência continuada, a raça branca está agonizando, falhando em se reproduzir, sendo substituída por estrangeiros, e oferecendo um nível inadequado de resistência à morte do Ocidente.

Em estações climáticas físicas atuais, a primavera segue o inverno. Poderia o mesmo ser verdadeiro para povos particulares e suas Altas Culturas? Se um renascimento civilizacional levará a uma sobrevivência racial a longo prazo, devemos ao menos considerar as possibilidades? É claro, não se pode prever com precisão total se um renascimento civiizacional ocorrerá, muito menos a forma precisa que tal evento assumiria. Ademais, não se pode pré-planejar e criar uma Alta Cultura à maneira em que um general formula uma estratégia e então lidera tropas na batalha. Uma Alta Cultura deve se desenvolver ao longo de suas próprias linhas, segundo fatores não inteiramente dentro do controle humano consciente. Porém, pode-se, e deve-se, examinar a evidência, considerar as possibilidades, e na medida em que seja possível, encorajar aquelas tendências que levam a um renascimento civilizacional. Ademais, essas tendências poderia, e deveria, ser guiadas, na medida em que isso seja possível, em direções que seriam as mais frutíferas e mais consistentes com a natureza de nosso povo.

Um ponto de partida é considerar nossa presente Alta Cultura, cujos restos agonizantes vemos ao nosso redor. A assim chamada civilização “ocidental” ou “faustiana” foi descrita por Spengler e é sumarizada assim:

“…os modernos ocidentais sendo faustianos. Segundo suas teorias, nós estamos agora vivendo no período invernal da civilização faustiana. Sua descrição da civilização faustiana é uma na qual a população constantemente busca o inalcançável – fazendo do homem ocidental uma figura orgulhosa porém trágica, pois enquanto ele busca e cria ele secretamente sabe que o objetivo nunca será alcançado”.

Aqui nós vemos duas características definidoras da civilização “faustiana” do Ocidente moderno (i.e., pós-clássico): primeiro, um foco no infinito e no desconhecido, e em segundo lugar, que a busca por este foco nunca conhecerá o sucesso; os objetivos do homem ocidental são sempre “inalcançáveis”. O segundo ponto, e suas implicações, serão discutidas mais abaixo. Por agora, aceitemos o modelo spengleriano e também aceitemos que nós estamos no inverno da cultura faustiana. Agora, a escola spengleriana, mergulhada em “aceitação estóica” (“pessimismo”) nos aconselhará a aceitar, e tirar o máximo possível de nossas circunstâncias. A era na qual vivemos é o que é, e, como um soldado romano de guarda sob o Vesúvio em erupção, nós devemos permanecer em nosso posto até o fim, até que tudo esteja envolto na decadência inescapável (entropia civilizacional, se você quiser).

Mas se raça e cultura estão ligadas, a dissipação da cultura significa a destruição da raça. Ou será que não? A cultura faustiana nao é a primeira Alta Cultura da Europa; ela foi precedida pela clássica. Spengler e seu seguidor Yockey rompem com interpretações culturais prévias para enfatizar a profunda descontinuidade entre o clássico e o faustiano. Essas são percebidas como duas Altas Culturas distintas, tão diferentes uma da outra como elas são em relação à egípcia ou a magiana.

Portanto, no mesmo artigo sobre a obra de Spengler, nós lemos:

“Spengler faz uso frequente da filosofia da matemática. Ele sustenta que a matemática e a arte de uma civilização revelam sua Visão-de-Mundo. Ele nota que na matemática clássica grega há apenas integrais e não há qualquer concepção real de limites ou infinitude. Portanto, sem um conceito do infinito, todos os eventos do passado distante são vistos como igualmente distantes, assim Alexandre o Grande não teve problema em se declarar um descendente de um deus. Por outro lado, o mundo ocidental – que possui conceitos de zero, infinito e de limite – possui uma Visão-de-Mundo histórica que dá grande importância a datas exatas”.

Similarmente, Revilo Oliver escreve:

“Spengler identifica como duas civilizações inteiramente separadas e discretas a clássica (“apolínea”), c.1100 a.C. – 300 d.C., e a ocidental (“faustiana”), c.900 d.C. – 2200 d.C. Essas são as duas sobre as quais possuímos a informação mais completa, e entre elas Spengler estabelece alguns de seus mais brilhantes sincronismos (por exemplo, Alexandre o Grande corresponde a Napoleão). Mesmo há um século, essa dicotomia teria parecido quase insana, pois todos sabiam e tomavam como dado que independentemente do que pudesse ser verdadeiro sobre culturas estrangeiras, a nossa própria era uma continuação, ou, pelo menos, um renascimento da clássica. A negação dessa continuidade por Spengler foi o aspecto mais radical e assombroso de sua síntese histórica, mas tão grande tem sido sua influência que ela foi aceita por uma maioria dos muitos escritores subsequentes sobre filosofia da história, dos quais podemos mencionar aqui apenas Toynbee, Raven, Bagby, e Brown. A clássica, nos é dito, foi uma civilização como a egípcia, agora morta e acabada sem qualquer conexão orgânica com a nossa… Spengler (que Brown segue especialmente a esse respeito) apoia sua drática dicotomia contrastando a matemática e tecnologia grecorromanas com a nossa; desse contraste ele deduz diferenças na percepção de espaço e tempo, exibidas particularmente na música, e chega à conclusão de que a Weltanschauung clássica era essencialmente estática, desejando e reconhecendo apenas um mundo estreitamente delimitado e familiar, enquanto a nossa é dinâmica e exibe um anseio apaixonado pelo infinito e pelo desconhecido. Pode-se propor diversas objeções às generalizações que eu curta e inadequadamente resumi (por exemplo, seria a diferença em perspectiva realmente maior do que a que existe entre a literatura “clássica” da Europa do século XVIII e o romantismo da era seguinte?), mas o ponto crucial é se as diferenças, que pertencem à ordem que devemos chamar de espiritual por falta de um termo melhor, são fundamentais ou epifenomenais”.

Eu tenho tendido à explicação “epifenomenal” – mas em qualquer caso, pode-se concordar com as conclusões gerais de Oliver em suas várias obras: ou a clássica e a faustiana são fases diferentes porém conectadas da mesma Civilização, ou, mesmo se completamente distintas, o homem ocidental é capaz de produzir múltiplas Altas Culturas. De qualquer jeito, pode-se concluir duas coisas: (1) uma sucessora à Alta Cultura faustiana é possível e possui precedente, e (2) essa sucessora estará intimamente conectada em maneiras importantes com sua predecessora (ainda que Spengler e Yockey neguem que isso fosse possível).

Portanto, ou as civilizações clássica e faustiana estão realmente ligadas (por uma fonte genética, “alma racial”, e perspectiva ocidental genericamente comuns) ou, se elas são de fato distintas, elas não estão completamente desconectadas, já que derivam de uma fonte ou fundação comum (novamente, a carga genética, “alma racial”, e mentalidade ocidental de maior individualismo e empirismo em comparação com outros povos e culturas). Não apenas estão o clássico e o faustiano ligados de algum modo mas, contrariamente a Spengler e Yockey – e, realmente, uma blasfêmia para a escola spengleriana que rejeita uma história linear – há um senso de progressão, na medida em que a Visão-de-Mundo faustiana é mais ampla que a clássica; de fato, essa maior amplitude de visão é uma característica definidora da civilização faustiana. Essa amplitude sendo manifesta em tais fenômenos como técnica superior, e um conhecimento de base massivo em ciência, história, filosofia e moralidade, a fundação está portanto estabelecida para uma nova Alta Cultura de uma visão ainda mais ampla que a faustiana. Um spengleriano afirmaria que qualquer nova Alta Cultura do Ocidente, mesmo se possível (e eles poderiam negar essa possibilidade), seria completamente desconectada dos aspectos “faustianos” da anterior Alta Cultura ocidental faustiana. Porém, eu afirmo que, tendo sido desperto para o universo, é improvável que o homem branco criasse uma nova Alta Cultura que fosse insular, rejeitando o infinito. Na medida que possamos prever, ou mesmo influenciar, o desenvolvimento de uma nova Alta Cultura, uma direção potencial é uma que não é puramente “faustiana” – no sentido de buscar o inalcançável. Ao invés, pode-se projetar uma futura Alta Cultura que esteja baseada na conquista final e bem sucedida daquilo que outrora era considerado “inalcançável”.

Eu afirmaria que a fundação cristã da Alta Cultura faustiana é responsável pelo fato de que os objetivos últimos os quais o homem ocidental busca acabam sendo “inalcançáveis” – e secretamente sabendo ele sobre sua “inalcançabilidade”. A mentalidade cristã coloca limites inerentes na mente do homem ocidental, então ele está amaldiçoado a finalmente falhar mesmo que o sucesso total seja teoricamente possível. Afinal, o foco do Cristianismo é Deus e não o Homem, é a “salvação” e não a superação, e é um foco no “próximo mundo” e não nesse, nosso mundo real. O homem alcançar a divindade – ou mesmo ter isso como objetivo – é uma forma de “blasfêmia”. Portanto, a derrota final deve ocorrer, pois a conquista do objetivo faustiano (a conquista em si faria do evento não mais verdadeiramente “faustiano”) é simplesmente impossível em uma Alta Cultura baseada no Cristianismo. O desenvolvimento total do homem ocidental tem sido restrito por uma religião estrangeira que colocou grilhões em sua menta e sua alma. Nietszche bem reconheceu os limites impostos pelo Judaico-Cristianismo; em seu O Anticristo nós encontramos:

“Ter-se-á, em rigor, compreendido a famosa história que se encontra no princípio da Bíblia, a história do temor mortal de Deus perante a ciência?… Não se compreendeu. Esse livro sacerdotal par excéllence começa, como é justo, com a grande dificuldade interior do sacerdote: para ele, há apenas um único grande perigo, logo, para «Deus» há apenas um grande perigo.

O Deus antigo, inteiramente «espírito», inteiramente sumo-sacerdote, plena perfeição, passeia aprazivelmente no seu jardim; contudo, aborrecese. Também os deuses lutam em vão contra o tédio. Que faz ele? Inventa o homem – o homem distrai… Mas eis que também o homem se aborrece. A misericórdia de Deus para com a única indigência, que todos os paraísos em si têm, não conhece limites: criou então ainda outros animais. Primeiro equívoco de Deus: o homem não achou divertidos os animais – dominou sobre eles, nem sequer quis ser «animal». Deus criou, então, a mulher. E, efectivamente, cessou o tédio, mas também ainda muitas outras coisas! A mulher foi o segundo erro de Deus. «A mulher é, por essência, uma serpente, Eva». Todo o sacerdote sabe isto; «pela mulher vem todo o mal ao mundo» – também isto o sabe todo o sacerdote. «Logo, a ciência também vem dela»… Foi só pela mulher que o homem aprendeu a saborear a árvore do conhecimento. Que aconteceu? Um pânico de morte se apoderou do Deus antigo. O próprio homem tornara-se o seu maior erro, ele criara um rival, a ciência iguala a Deus: se o homem se torna científico, é o fim dos sacerdotes e dos deuses! Moral: a ciência é a interdição em si, só ela é proibida. A ciência é o primeiro pecado, o germe de todos os pecados, o pecado original. Eis a única moral. «Não conhecerás»: o resto segue-se daí. O pânico mortal de Deus não o impediu de ser astuto. Como defender-se da ciência? Eis o seu problema principal, durante muito tempo. Resposta: fora com o homem do paraíso! A felicidade, o ócio evoca pensamentos – todos os pensamentos são maus pensamentos… O homem não deve pensar: e o «sacerdote em si» inventa a indigência, a morte, o perigo mortal da gravidez, toda a espécie de miséria, a velhice, a fadiga, sobretudo a doença – simples meios na luta contra as ciências! A indigência não permite ao homem pensar… E, apesar de tudo, que coisa tremenda! A obra do conhecimento acumula-se, alcandora-se até ao céu, anuncia o crepúsculo dos deuses – que fazer? O Deus antigo inventa a guerra, separa os povos, faz que os homens entre si se aniquilem (os sacerdotes tiveram sempre necessidade da guerra…). A guerra é, entre outras coisas, um grande desmancha-prazeres da ciência! Incrível! O conhecimento, a emanciparão relativamente ao sacerdote, aumenta apesar das guerras. E uma última decisão ocorre ao Deus antigo: «o homem tornou-se científico, de nada serve, há que afogá-lo!»…”

Realmente. Se “os humildes herdarão a Terra” não há lugar para qualquer busca pelo infinito que tenha sucesso, e que coloque o Homem no mesmo plano que Deus. Se a fraqueza, a humildade, “o humilde cordeiro de Deus” é o arquétipo fundacional de uma cultura, então é claro que o infinito e o desconhecido sempre serão inatingíveis. “Não conhecerás”: é incrível o quanto nós realizamos apesar disso, e essas notáveis realizações ocidentais ocorreram – não por coincidência – primariamente durante o Outono e Inverno da Alta Cultura faustiana. Apenas quando os limites impostos por uma cultura definida pelo cristianismo se dissiparam em grande medida que a aceitação a priori da falha foi enfraquecida. O problema é que com uma Alta Cultura decadente, agonizante, essa emancipação parcial do culto da humildade não servirá para nada. Apenas uma nova Alta Cultura construída sobre o conceito fundamental da transcendência humana, e sobre a conquista do infinito/desconhecido, permitirá ao homem ocidental realizar seu destino. As ruínas da Alta Cultura prévia podem servir como os blocos de construção para o futuro, certamente, elas podem garantir inspiração, certamente, e ser uma fonte de orgulho, certamente. Mas nós precisamos olhar para o Futuro, e não ficar de guarda sobre um agonizante e morto Passado, análogo ao soldado romano de Spengler.

Ainda que eu não queria desrespeitar as crenças de quem seja, seja ele cristão ou pagão, eu não vejo um renascimento dos antigos deuses pagãos como uma melhora em relação a decadência do faustianismo. Substituir Jesus por Thor, na minha mente, simplesmente substitui uma fantasia por outra. O homem branco não deve mais necessitar de deuses exógenos, sejam eles novos ou velhos; nós ao invés devemos buscar a divindade de nossa raça. Já é tempo para o homem branco crescer e abandonar as fantasias da infância, fantasias de deuses e forças inteligentes externas controlando um destino que deve ser nosso, e apenas nosso, para moldar. O lema do Mundo Clássico era “Conhece-te a ti mesmo”, enquanto que a da Era Faustiana foi uma combinação de “Não Conhecerás” com “Tentarás Conhecer e Falharás”. Eu proponho que a nova Alta Cultura do Ocidente tenha o lema: “Conhecerás e Superarás”. Isso despertará uma era na qual o homem ocidental abrirá seu potencial para romper os grilhões impostos por uma suposta inferioridade a deuses imaginários.

A citação seguinte de O Inimigo da Europa de Yockey sumariza o objetivo palingenético que nós poderíamos, se quiséssemos buscar:

“Nossa Missão Européia é criar a Cultura-Estado-Nação-Império do Ocidente, e portanto nós realizaremos tais feitos, conquistaremos tais tarefas, e transformaremos nosso mundo de tal modo que nossa distante posteridade, quando eles contemplarem os restos de nossas construções, dirão a seus netos que sobre o solo da Europa outrora habitou uma tribo de deuses”.

Em outras palavras, sem deuses imaginários. É o Homem que tornar-se-á “Deus”. No livro O Nietzsche Portátil, o editor Walter Kaufmann interpreta o “Super-Homem” de Nietzsche assim:

“o que se demanda não é um super-brito mas um ser humano que criou para si mesmo aquela posição única no cosmos que a Bíblia considerou seu direito de nascença”.

Isso estava indo bem até a última parte – “A Bíblia”. Não, senhor Kaufmann, a Bíblia não considera o Super-Homem como sendo o direito de nascença da humanidade mas ao invés o “Último Homem” como o “prêmio” ao invés. Somos nós que devemos escolher qual nosso “direito de nascença” é, não as fantasias insanas da “Bíblia”. Porém, isto sendo de tal forma, ao resto da descrição é razoável, se nós considerarmos que isso deve ser aplicado à raça como um todo e não a apenas indivíduos seletos dentro da raça. Não mais uma derrota “orgulhosa e trágica” em “buscar o inatingível” na cultura faustiana – ao invés a Cultura do Super-Homem será caracterizada pela conquista vitoriosa e orgulhosa do infinito. Isso é o que um indivíduo esperançoso pode projetar como a nova Alta Cultura do Ocidente, que liga o clássico e o faustiano, mas ultrapassando ambos no objetivo do espírito humano. É isso que o Destino Ocidental pode e deveria ser.

O que nós podemos fazer para colocar as coisas nos eixos?

Ainda que o autor judeu Isaac Asimov não seja popular entre muitos nacionalistas raciais, sua série Fundação pode dar uma analogia útil aqui. “A Fundação” foi feita para dar início a uma nova civilização após o colapso do “Império Galáctico”, para que a “era de barbarismo” pós-colapso fosse de meros mil anos, ao invés de 30.000. Encarando o colapso do Ocidente através do Inverno da era faustiana, pode ser prudente plantar as sementes de uma nova civilização branca e ocidental emergente, como nós também enfrentamos as batalhas mais a curto e médio prazo para preservar a raça branca e salvar o quanto da civilização faustiana ocidental seja possível. Sem esses objetivos mais próximos, o renascimento civilizacional a longo prazo não será possível. Inversamente, sem um renascimento civilizacional a preservação racial a longo prazo seria questionável.

Então, há duas coisas que precisam ser feitas aqui. Primeiro é a luta atual pela preservação racial branca e para salvar o máximo da cultura faustiana possível, para servir como uma base de conhecimento e bloco de construção para a nova Alta cultura do Ocidente. Em segundo lugar, um esforço deve ser iniciado para começar o processo de estabelecer as fundações para essa nova Alta Cultura. Como indicado acima, é claro uma nova Alta Cultura é um fenômeno orgânico que não pode ser criado de forma pré-planejada e artificialmente imposta sobre um povo. Porém, é possível plantar as sementes e ter alguma escolha sobre que sementes são plantadas. E então, nós podemos cuidar do broto conforme ele cresce, e conforme ele se desenvolve segundo seu caráter inerente. Isso nós podemos fazer e isso nós faremos.

Essa é uma questão séria que necessita de uma estratégia de caráter extremamente visionária, e não algo que pode ser produtivamente “discutido” em “tópicos de forum” ou outros foruns públicos tipicamente inanes. Não é algo que pode acontecer de um dia para o outro. Esse é um projeto multigeneracional a longo prazo que precisa ser efetivado por indivíduos dedicados que desejem estabelecer a fundação de algo grande e nobre para a posperidade. Isso não será qualquer remedo cujos resultados possam ser vistos em uma ou duas décadas; ao invés, esse é um projeto que possui o potencial para influenciar o curso da história humana e deve ser conduzido nesse nível.

Portanto, esse ensaio é simplesmente um chamado à ação e uma consideração inicial das possibilidades. Se tal projeto for iniciado, ele não deve, não pode, degenerar nas minúcias mundanas de “movimento” com as quais muitos ficam obcecados, nem ele pode ser ligado ao ativismo mais sério, porém a curto prazo necessário para salvar nosso povo e cultura hoje. Essa é outra questão, em outro nível, inteiramente.

Muitos são chamados; poucos são escolhidos. O Futuro Aguarda.

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