Print this post Print this post

Os Protestos de 26 de Maio & Heidegger

Venner2437 words

English version here

Manifestantes no 26 de maio [contra a recém aprovada lei do “casamento gay” na França] berrarão em sua impaciência e ira. Uma lei infame, uma vez aprovada, sempre pode ser repelida.

Eu acabo de ouvir a um blogueiro argelino: “De qualquer maneira”, ele disse, “em 15 anos os islamistas estarão no poder na França e removerão esta lei”. Não para nos agradar, eu imagino, mas porque é contrária à Sharia (lei islâmica).

Esse é o único ponto superficialmente comum entre a tradição europeia (que respeita as mulheres) e o Islã (que não as respeita). Mas a árida afirmação do argelino é de dar calafrios. Essas consequências serão muito maiores e mais catastróficas do que a detestável lei Taubira.

Deveria ser claro que a França bem pode cair nas mãos dos islamistas. Por 40 anos, políticos e governos de todos os partidos (com exceção da Frente Nacional), bem como funcionários públicos e a Igreja, tem acelerado ativamente a imigração afromagrebina por todos os meios possíveis.

Por um longo tempo, grandes escritores tem soado o alarme, começando com Jean Raspail em seu profético Campo dos Santos, cuja nova edição tem sido recebida com recordes de vendas.

Os manifestantes de 26 de maio não podem ignorar essa realidade. Sua luta não pode se limitar à rejeição do casamento gay. A “grande substituição” da população da França e da Europa, denunciada pelo escritor Renaud Camus, é um perigo muito mais catastrófico para o futuro.

Não é o suficiente organizar protestos de rua educados para impedir isso. Essa é uma “reforma moral e intelectual” real, como Renan disse, e deve ser conduzida como tal desde o início. Ela deve tornar possível a recuperação da memória francesa e europeia de nossa identidade, cuja necessidade ainda não é claramente percebida.

Isso certamente demandará gestos novos, espetaculares e simbólicos para comover nossa sonolência, abalar nossas consciências anestesiadas, e despertar a memória de nossas origens. Nós estamos entrando em um tempo em que palavras devem ser autenticadas por atos.

Nós devemos também lembrar, como brilhantemente formulado por Heidegger em Ser e Tempo, que a essência do homem está em sua existência e não em “outro mundo”. É aqui e agora que nosso destino é apostado até o último segundo. E esse segundo final é tão importante quanto o resto de uma vida. É por isso que é necessário ser você mesmo até o último momento. É ao decidir, ao verdadeiramente querer o próprio destino, que se conquista o nada. E não há escapatória dessa demanda, porque nós só temos essa vida, na qual é nosso dever sermos plenamente nós mesmos – ou sermos nada.

Source: http://legio-victrix.blogspot.com/2013/05/os-protestos-de-26-de-maio-heidegger.html

 

If you enjoyed this piece, and wish to encourage more like it, give a tip through Paypal. You can earmark your tip directly to the author or translator, or you can put it in a general fund. (Be sure to specify which in the "Add special instructions to seller" box at Paypal.)
This entry was posted in North American New Right and tagged , , , , , , , , , , . Both comments and trackbacks are currently closed.
    Kindle Subscription
  • EXSURGO Apparel

    Our Titles

    Confessions of a Reluctant Hater (2nd ed.)

    The Hypocrisies of Heaven

    Waking Up from the American Dream

    Green Nazis in Space!

    Truth, Justice, and a Nice White Country

    Heidegger in Chicago

    The End of an Era

    Sexual Utopia in Power

    What is a Rune? & Other Essays

    Son of Trevor Lynch's White Nationalist Guide to the Movies

    The Lightning & the Sun

    The Eldritch Evola

    Western Civilization Bites Back

    New Right vs. Old Right

    Lost Violent Souls

    Journey Late at Night: Poems and Translations

    The Non-Hindu Indians & Indian Unity

    Baader Meinhof ceramic pistol, Charles Kraaft 2013

    Jonathan Bowden as Dirty Harry

    The Lost Philosopher, Second Expanded Edition

    Trevor Lynch's A White Nationalist Guide to the Movies

    And Time Rolls On

    The Homo & the Negro

    Artists of the Right

    North American New Right, Vol. 1

    Forever and Ever

    Some Thoughts on Hitler

    Tikkun Olam and Other Poems

    Under the Nihil

    Summoning the Gods

    Hold Back This Day

    The Columbine Pilgrim

    Confessions of a Reluctant Hater

    Taking Our Own Side

    Toward the White Republic

    Distributed Titles

    Tyr, Vol. 4

    Reuben

    The Node

    Axe

    Carl Schmitt Today

    A Sky Without Eagles

    The Way of Men

    Generation Identity

    Nietzsche's Coming God

    The Conservative

    The New Austerities

    Convergence of Catastrophes

    Demon

    Proofs of a Conspiracy

    Fascism viewed from the Right

    Notes on the Third Reich

    Morning Crafts

    New Culture, New Right

    The Fourth Political Theory

    Can Life Prevail?

    The Metaphysics of War

    Fighting for the Essence

    The Arctic Home in the Vedas

    Asatru: A Native European Spirituality

    The Shock of History

    The Prison Notes

    Sex and Deviance

    Standardbearers

    On the Brink of the Abyss

    Beyond Human Rights

    A Handbook of Traditional Living

    Why We Fight

    The Problem of Democracy

    Archeofuturism

    The Path of Cinnabar

    Tyr

    The Lost Philosopher

    Impeachment of Man

    Gold in the Furnace

    Defiance

    The Passing of a Profit & Other Forgotten Stories

    Revolution from Above